Uma marca não tem um público, Ela tem públicos. 

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Equipe Jubarte

Antes de pensar em campanha, canal ou conteúdo, existe uma pergunta mais importante: com quem sua marca precisa construir relações? 

“Qual é o seu público-alvo?” 

Essa costuma ser uma das primeiras perguntas de um planejamento de marketing. 

O problema começa quando todas as relações de uma empresa são resumidas às pessoas que podem comprar dela. 

Uma marca também se relaciona com quem já é cliente. Com quem trabalha nela. Com parceiros, instituições e com pessoas que talvez nunca comprem, mas que ainda assim constroem uma percepção sobre ela. 

Uma marca não tem um público. Ela tem públicos. 

Antes do objetivo, as pessoas 

Na Jubarte, nossos planejamentos costumam considerar cinco públicos: 

Potencial cliente. Cliente da marca. Colaboradores. Relações institucionais. Público em geral. 

Isso não significa falar com todos ao mesmo tempo. 

Significa entender com quem precisamos construir uma relação antes de decidir como vamos comunicar. 

Porque nem toda comunicação precisa vender. 

Uma campanha pode gerar demanda. A assessoria de imprensa pode construir autoridade. Um evento pode fortalecer relações. Uma produção audiovisual pode traduzir posicionamento. 

Cada ferramenta tem uma função. 

E é justamente por isso que a ferramenta não deveria ser a primeira decisão. 

Pessoas primeiro. Ferramentas depois. 

Antes de perguntar se a empresa precisa de tráfego, conteúdo, vídeo, imprensa ou campanha, existe uma pergunta anterior: 

Quem queremos alcançar e que relação queremos construir? 

Plataformas mudam. Formatos mudam. Algoritmos mudam. 

As marcas continuam sendo construídas por pessoas. 

Na Jubarte, é por aí que começamos. 

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